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Publicado em: 27/09/17

Cesama encerra Sipat nesta quarta-feira

Cesama encerra Sipat nesta quarta-feira

 

“Ao realizar um ato seguro, reafirmo o amor por mim mesmo e por aqueles que esperam por mim ao final de cada dia. A dor é igual para todos, mas as demonstrações de amor são diferentes. E é justamente para compreender essas relações que estamos reunidos aqui hoje”, explicou o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da Cesama, Wanderson Leite Lacerda, durante o encerramento da edição 2017 da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), nesta quarta-feira, 27.

Realizada no auditório do Instituto Cândido Tostes e em várias unidades da Cesama, a Sipat contou com a exibição de vídeos educativos, voltados para o uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI), distribuição de material sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST´s) e palestra, demandada pelos próprios empregados, sobre a evolução das obras de despoluição do Rio Paraibuna: “além de um conceito individual, focado no ambiente de trabalho, devemos abordar também a segurança pelo viés da coletividade. Nesse aspecto, a despoluição do Paraibuna representa um grande avanço para a cidade, uma vez que, investindo em saneamento básico, você garante mais saúde e qualidade de vida para a população”, explicou Wanderson.

O engenheiro da Cesama, Ricardo Stahlschmidt, deu mais detalhes sobre a obra, lembrando que, por se tratar da implantação de tubulações profundas, muitas vezes, torna-se um trabalho quase invisível. “Desde o início das obras, em agosto de 2013, nosso objetivo sempre foi o de conduzir esse projeto com impactos mínimos na rotina da cidade, sobretudo em trechos de trânsito intenso, como a Avenida Brasil”, contou o engenheiro.

Para solucionar este desafio, a Cesama optou por utilizar uma tecnologia inovadora: a escavação de túneis subterrâneos que, além de garantir a profundidade necessária à rede, reduzem os impactos ambientais de uma escavação a céu aberto. “Assim, temos equipes atuando nas proximidades da ponte da Rua Benjamin Constant e do viaduto Augusto Franco, onde estão sendo instalados 1.400 metros de tubulações. A prova de que esta foi a melhor opção para desenvolver os trabalhos, sem gerar maiores transtornos, é a tradicional feira da Avenida Brasil, que continua sendo realizada normalmente”, destacou.

A questão da saúde também foi abordada durante a fala do médico do trabalho da Cesama, Luiz Antônio Avelar, que ressaltou a importância da prevenção contra a Aids. “Hoje, temos o teste rápido de HIV e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), um tratamento de 28 dias para quem se expôs a situações de risco. Porém, mesmo com tais avanços, a doença tem crescido em populações nas quais não era comum até então. Por isso, a opção mais segura ainda é o uso do preservativo”, afirmou o médico, lembrando que o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA/JF) realiza agendamentos para atender casos na área, através do telefone 3690-7505.

O diretor de Desenvolvimento e Expansão da Cesama, Marcelo Mello do Amaral, concluiu os debates lembrando que, muito mais do que seguir uma legislação, a Sipat é um momento de reflexão: “meu pai conviveu com as consequências de um acidente de trabalho por 15 anos e isso teve um impacto muito grande na minha família. Para evitar que ocorrências assim se repitam é preciso que cuidemos de nós mesmos e do outro”, alertou.

Composta exclusivamente por empregados da Cesama, a trupe teatral Gattus Pingadus garantiu o bom-humor da Sipat da companhia, apresentando a esquete “Imitose”, adaptada do grupo “Os Barbichas”, que mostra o inusitado caso de uma dupla que não consegue parar de se imitar.

* Informações com a Assessoria de Comunicação da Cesama, pelo telefone 3692-9179.


 

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